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Educação Sanitária: a destinação correta de animais mortos protege a saúde de todos

A destinação adequada de animais mortos é uma importante medida de proteção à saúde pública, à saúde animal e ao meio ambiente.

Quando realizada de maneira incorreta, pode provocar a contaminação do solo e dos recursos hídricos, favorecer a proliferação de insetos e outros vetores, além de contribuir para a disseminação de agentes causadores de doenças.

Por isso, produtores rurais, responsáveis por estabelecimentos agropecuários e toda a população devem estar atentos aos cuidados necessários nesses casos.

O que não devemos fazer?

  • Abandonar carcaças em estradas, terrenos baldios ou áreas públicas;
  • Descartar animais mortos em rios, córregos, açudes ou nascentes;
  • Deixar carcaças expostas, permitindo o acesso de cães, gatos e animais silvestres;
  • Realizar enterramento, queima ou outros procedimentos sem verificar as exigências sanitárias e ambientais aplicáveis.

Como proceder corretamente?

A destinação deve considerar a espécie animal, a causa da morte e as normas sanitárias e ambientais vigentes.

Em caso de morte de animais, procure orientação dos setores competentes do Município, como o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), a Vigilância Sanitária, o setor de Meio Ambiente ou o serviço veterinário oficial, conforme a situação.

Atenção: quando houver suspeita de doença infectocontagiosa ou de notificação obrigatória, não manipule nem transporte a carcaça. Entre em contato imediatamente com o serviço veterinário oficial.

Educação sanitária é responsabilidade de todos!

Pequenas atitudes fazem a diferença na prevenção de doenças, na preservação ambiental e na proteção da saúde da população.

Destinação correta é compromisso com a saúde pública, o meio ambiente e a produção animal!

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